quinta-feira, 18 de março de 2010
Paraná terá Bienal do Livro!
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
E o livro chegou ao computador...
Depois do Kindle em versão internacional que foi disponibilizado recentemente para mais de 100 países, a Amazon lançou ontem, 10/11, o aplicativo Kindle para PC, que pode ser baixado gratuitamente e disponibiliza mais de 360 mil e-Books para Kindle, incluindo os livros da Lista do The New York Times e os últimos lançamentos do mercado. A partir de agora, para ler um livro em inglês que tenha uma versão de e-Book para Kindle, basta ter um PC com acesso à internet, baixar o “Kindle for PC” e comprar o e-Book na loja virtual. Pronto! Você já está lendo! E a Amazon promete que a versão para Mac chega em breve. O programa vem com a tecnologia Whispersync da Amazon que mantém em sincronia PC, Kindle e iPhone, o que permite que você comece a ler no PC, saia de casa com o iPhone e continue lendo e volte mais tarde ao PC. E é claro que se você já tem um Kindle, então tem três “espaços” virtuais sincronizados onde pode fazer suas leituras sem perder a página onde parou. Mas talvez a novidade mais empolgante para os amantes do Kindle sejam os livros coloridos que estão até na foto ilustrativa do site de download – agora dá pra ler HQs e livros infantis sem perder a diversão das imagens. Seria isso uma indicação de que está a caminho o Kindle com tela colorida? Os buchichos já começaram...
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
O ano do digital
O Estado de S. Paulo - 14/10/2009 - Por Ubiratan Brasil Em 2018, o livro digital deverá desbancar a tradicional versão em papel - a previsão é uma das principais conclusões de uma pesquisa feita pelos organizadores da 61ª Feira do Livro de Frankfurt. Foram consultadas 840 pessoas que mantêm alguma ligação com o evento, a maioria europeus. A pesquisa demonstra uma radical mudança de atitude no mundo editorial. Se, no ano passado, 40% acreditavam que 2018 marcaria o início do domínio digital, a cifra cresceu agora para 50%. "A indústria continua atrás de estratégias econômicas envolvendo produtos digitais", comentou Thomas Wilking, um dos organizadores da pesquisa. O assunto, portanto, domina as discussões que antecipam a feira, como reconhece o editor da Objetiva, Roberto Feith. "Não sou chegado em previsões e palpites", observa Luiz Schwarcz, da Companhia das Letras. Já Luciana Villas-Boas, diretora editorial da Record, prefere medir a temperatura a partir das transformações do mercado estrangeiro. "Sem dúvida, a passagem da leitura em papel para o formato digital ganhou imensa aceleração nos últimos 12 meses nos Estados Unidos", comenta. Na Feira, o Brasil conta com a participação de 50 expositores que deverão apresentar ao público 1.640 títulos nacionais. Hoje está previsto o lançamento do novo livro de José Saramago, Caim, que chega ao Brasil no sábado, pela Companhia das Letras.
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Parceria de vendas
PublishNews - 23/09/2009 - Por RedaçãoEditora brasileira fecha parceria com a inglesa Oxford University Press
A Editora Positivo e a Oxford University Press, com sede em Oxford, na Inglaterra, firmaram uma parceria no mercado editorial brasileiro. A partir deste mês, a editora paranaense incorpora no seu portfólio dois títulos da empresa inglesa, o Achieve - para ensino de inglês - e Hablemos - para aulas de espanhol. O diretor-geral da Positivo, Emerson Santos, explica que esta é a primeira vez que uma editora estrangeira no segmento de idiomas fecha um trabalho editorial e comercial cooperado com uma editora brasileira. O objetivo é ampliar o catálogo de obras de língua estrangeira oferecidas pela Positivo à rede particular de Ensino Básico e, também, abranger a atuação da Oxford University Press no Brasil. “Pretendemos com este negócio aumentar a venda de livros desta área em 10%”, revela Santos. Confira no link “Leia Mais” outras informações sobre esta parceria.
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
1 em cada 7 livros é vendido em casa
Folha de S. Paulo - 23/09/2009 - Por Marcos StreckerUm segmento do mercado editorial que passa ao largo das megalivrarias ou dos shopping centers só tem motivos para comemorar. A velha prática da venda porta a porta não só resiste aos novos tempos como virou uma grande aposta do setor. O crescimento nesse segmento foi uma das surpresas da última pesquisa anual da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), divulgada em agosto. Nos últimos três anos, quase triplicou a participação dessa modalidade nas vendas. Segundo o estudo, 13,7% dos exemplares vendidos já são comercializados por vendedores a domicílio - um montante de 28,9 milhões de livros em 2008. A vedete do segmento trata-se da multinacional Avon, que incluiu nos seus catálogos best-sellers tanto de autoajuda como de literatura. Para André Castro, diretor executivo da Nova Fronteira e da Agir, do grupo Ediouro, "a Avon consegue chegar em locais que as livrarias não alcançam". Segundo ele, "as classes C e D não têm o hábito de frequentar as livrarias. A Avon dialoga com uma nova classe média". A Avon lida com grandes editoras, como Ediouro, Record e Sextante - que passaram a usar esse segmento para testar novos títulos e formatos, antes de chegarem às lojas. "A Avon sabe escolher os títulos que vão fazer sucesso, conhece seu público melhor do que os editores", diz Carlo Carrenho, publisher da Thomas Nelson Brasil, também do grupo Ediouro. Ele cita um dos hits dos catálogos da Avon: Max Lucado, pastor americano, autor de Dias melhores virão. "Desde 2007, vendi em livrarias 30 mil exemplares desse livro. Pela Avon, já vendi mais de 300 mil exemplares."